Sindicato obtém liminar que impede transferência compulsória de caixas e escriturários do BB para fora de suas praças.

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Sindicato obtém liminar que impede transferência compulsória de caixas e escriturários do BB para fora de suas praças.

O Sindicato dos Bancários de Ribeirão Preto e Região conseguiu uma importante vitória contra o processo de reestruturação do Banco do Brasil.

Em decisão favorável ao pedido do Sindicato em ação coletiva, a juíza Márcia Cristina Sampaio Mendes, da 5ª Vara do Trabalho de Ribeirão Preto, deferiu tutela de urgência para determinar “que o Banco do Brasil se abstenha de realizar remoções compulsórias de escriturários e caixas executivos para fora das praças dos municípios pertencentes à base de atuação do Sindicato”. A decisão tem eficácia imediata.

A Entidade Sindical entrou com a ação para resguardar o direito adquirido de escriturários e caixas, sendo que a alteração normativa somente se aplicaria aos empregados admitidos posteriormente. Em outras palavras, todos os escriturários e caixas têm a garantia de remoção apenas em caráter excepcional e somente dentro da mesma praça.

“Em mais uma medida arbitrária decorrente da reestruturação do banco, o Sindicato buscou garantir que os funcionários não sejam removidos para outras praças compulsoriamente”, ressalta o diretor do sindicato e funcionário do Banco do Brasil, José Augusto Ravaneli.

Já o Diretor Jurídico do Sindicato, Tesifon Quevedo Neto, alerta para que os funcionários do BB não cedam a nenhum tipo de pressão de seus gestores e não requeiram contra vontade remoção para outra praça. “caso haja algum tipo de pressão nesse sentido, solicitamos que o bancário do BB nos procure imediatamente, pois nosso departamento jurídico está apto e pronto a defendê-lo e para garantir seus direitos” enfatiza.

O presidente do Sindicato, Ronaldo Silvino, reitera que a organização dos trabalhadores é fator decisivo no combate aos desmandos do banco. “Essa decisão comprova que estamos corretos em afirmar que o Banco do Brasil tem cometido abuso do direito contra os seus funcionários ao insistir nas transferências compulsórias. Com mais essa decisão positiva da justiça, reforçamos a importância de manter a categoria unida para, junto com o Sindicato, buscarmos todos os meios possíveis de luta e resistência na defesa da permanência dos bancários em seus locais de trabalho”, conclui.

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